segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sessão Literatura

E ai galera! Faz um bom tempo que eu não falava nada nesta sessão do nosso blog. Como eu andei meio que esperando algum lançamento digno de nota eu deixei esta sessão de molho. Pois bem, andei por algumas livrarias e sebos e descolei uns livros bem interessantes. Alguns são relançamentos editoriais e outros livros bem peculiares. Espero que gostem  e quem sabe também leiam os livros que estou recomendando:

O Homem e seus Símbolos
Carl G. Jung/ editora Nova Fronteira,2008.
Quem já leu 'A Interpretação dos Sonhos' de Sigmund freud, tem que ler também o 'Homem e seus Símbolos' de Jung. Ambos os livros ajudaram a descrever a psique humana de forma única e peculiar. Ainda mais que Jung e Freud foram amigos e também desafetos no que diz respeito a conceitos psicanalíticos. Em seu livro Jung não renega a religião (como Freud fazia) e de forma holistica tenta explicar o incosciente humano através dos símbolos gerados e seus arquetipos que as culturas e sociedades adversas cultivam.

Biblia Em Ação
Sergio Cariello/ Editora Geográfica, 2012.
A Biblia em forma de gibi de 752 páginas!Pois é, quem achava complicado e as vezes monôtono ler o livro sagrado já não tem mais desculpa para não lê-lo. Ilustrado pelo desenhista brasileiro e internacionalmente conhecido por ter feitos trabalhos para a Marvel e a DC Comics, Sergio Cariello tentar dar uma dinâmica e agilidade aos textos biblicos. Muita gente conservadora deve ter chiado. Contudo, para a garotada (é para eles mesmo que o livro ilustrado foi destinado) pode se divertir e se instruir com a saga de Abraão, Moíses até chegar na vida de Cristo e o Apocalipse. Algumas histórias por serem complexas ganharam uma extrema condensação, mas ainda vale pela iniciativa.

A Vida Secreta de Laszlo, Conde Drácula
Roderick Anscombe/ editora Circulo do Livro, 1994.
Estava passando perto de um sebo quando me deparei com este livro, na hora pensei em Bram Stoker, porém a coisa aqui é bem diferente: O psiquiatra Doutor Charcot ( que teve como discipulo ninguem menos que Freud) resolve fazer a sua terapia de regressão em um jovem médico que é acometido por sonhos estranhos e traumas. No meio do processo o jovem conde e medico Laszlo torna-se um psicopata assassinando moças e acreditando ser o Conde Drácula.

O Inescrito
Mike Carey e Peter Gross/ Editora Panini Comics, 2013.
Todo mundo já sabe que sou afixionado pelos gibis da linha Vertigo, então nada mais natural que recomendar mais uma revista de qualidade. Trata-se da série 'O Inescrito'. A obra é escrita por Mike Carey e Peter Gross (escritores e desenhistas de peso da editora e responsavéis por premiadas histórias) Aqui eles fazem uma sátira ao mundo do Harry Potter: Tom Taylor é filho de um famoso escritor que resolveu criar uma saga com um personagem de nome Tomy Taylor ( para homenagear o filho). Acontece que Tom parece fazer parte de uma trama que mistura o mundo real e a fantásia ( o cara não sabe se ele é quem diz ser ou é um personagem criado por seu pai). Uma verdadeira viagem alucinógena.

O Retrato de Dorian Gray
Oscar Wilde/ Editora Abril, 2012.
A editora Abril resolveu lançar uma coleção de obras literárias famosas com inumeras ilustrações e sessões especiais de páginas para localizar o autor e sua referida obra no tempo e no espaço. Assim, sendo o Retrato de Dorian Gray possui uma pequena resenha que destrincha a obra e assim fica mais facil de lêr e entende-la. Voltada para o público infanto juvenil, vale apena conhecer a história do bom vivant Dorian que ganha de presente um quadro de um amigo e passa a ter uma estranha relação com sua auto imagem.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A Estranha Caixa Surrealista e o Século XX


Não existe melhor momento para o mundo das artes, segundo a meu ver, do que o imprevisivel e assustador século XX. Confesso que não via a hora de falar para os meus alunos sobre as vanguardas européias. Não que eu não aprecie os outros momentos históricos da arte, mas existe algo de mais familiar na arte feita no período entre guerras.
Vejamos o que temos de mais atual e que se manteve desde os idos de 1907 (data que costumo dizer que foi seminal tanto para as artes - com o cubismo de Picasso- quanto para a ciência - as teorias de Albert Einstein): a arte mais estilizada e menos apegada ao academicismo persiste nos trabalhos de artistas conceituais e na arte dos quadrinhos e cinema; os estudos da neurociência que começaram com os trabalhos psicanaliticos de Freud; o pensamento iconoclasta de Friederich Nietzche e os trabalhos artisticos dos expressionistas e dadaistas (principalmente Duchamp); os conflitos armados desde as primeiras grandes guerras e os atuais conflitos entre Ocidente e Oriente ( EUA X Iraque e EUA X Coreia do Norte); o surgimento de grandes metrópoles do passado (Paris, A Inglaterra vitoriana e Nova Yorque) as mega cidades atuais das potencias emergentes (Bombaim e a Taiwan) ao lado de continentes cada vez mais empobrecidos e desestabilizados.
Quanto mais eu vivo o presente mais eu sinto o cheiro do passado remoto do inicio do século XX em nossas vidas. Não por acaso as artes destes artistas por mais que sejam criticados são ainda a base da arte atual. Nao há como não perceber na ilusão do cinema de 3D, os filmes de terror de imagens sépia e nas interpretações over um reflexo do cinema expressionista alemão e suas pinturas distorcidas e impactantes.
O imaginário do mitológico do monstruoso que o mundo da fantasia expõe em revistas em quadrinhos e desenhos animados que migraram das pinturas de Dalí  e George de Chirico.

Sendo um pouco mais especifico, pretendo falar aos meus alunos sobre o Surrealismo ( a influência literária da 'Interpretação dos Sonhos' de Sigmund Freud e o estudo do erótico, principalmente o apelo da masturbação que aparece nas obras de Dalí e em filmes como  'O Cão Andaluz' de Boñuel. Antes disso apresentei as obras expressionistas de Munch e a tenue relação que todos os movimentos de vanguarda tem em comum: a percepção do caos gerado pela guerra e a fuga da realidade!
Não á toa que os métodos dadas serão tão comum em trabalhos escolares ( o decalque e as brincadeiras de poesias feitas de recorte de jornais), o ser humano tenta de certa forma fugir de regras estabelecidas e parte para uma pseudo anarquia em que 'tudo' é permitido.

Para os meus alunos pretendo propor um trabalho artistico que denomino de Caixa Surrealista ( a inspiração veio de alguns trabalhos de Duchamp na qual ele criou miniaturas de suas obras mais conhecidas e colocou-as em caixas como um brinde ou surpresa). Tudo bem que Duchamp nunca se pronunciou como um surrealista, mas não ha como não ver uma relação do telefone lagosta de Dalí e os seus readymades.
Dicas para a confecção da caixa:
-utilize uma caixa de MDF ou de sapato como suporte;
-revestir a caixa com papel de ceda e colagens de revistas de imagens que lhe tragam estranhamento ou desejos intimos ( pode ser imagens aleatórias também);
-dentro da caixa cole com super bonder miniaturas ou bonecos de plastico e outros objetos que parecem não terem uma relação entre si, e pronto! você terá a sua caixa surrealista.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O Museu Mais Freak do Planeta

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, pois bem deixarei que vejam e digam o que acham destas imagens.

Nesta pequena exposição estão os trabalhos de artistas que uma forma ou de outra retrataram um mundo de forma nada convencional. Desde Hieronymus Bosch, passando por Archimboldo, até Francis Bacon e o cinema de terror espanhol de Guilhermo Del Toro, vemos um mundo que transita entre a realidade e a fantasia. No fim, temos o encontro mais inusitado um trabalho realizado por Walt Disney e o pintor surrealista Salvador Dali em 1941, porém somente agora pode ser apreciado pelo público.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Música nas Escolas: ter ou não ter, eis a questão.


E aí companheiros! Depois de um bom tempo sem falar com vocês volto com novidades. Neste momento estou em um projeto de música para crianças na escola em que estou lecionando. Sabe como é... Agora as aulas de artes também devem contemplar a disciplina de música. O que eu acho interessante se não houvesse algumas ressalvas.

 Como dar aulas de música se a grande maioria dos docentes em artes tem mais formação em plástica e teatro? Não se forma um professor de música da noite para o dia, será que terei de ter um diploma de especialização em música? Muitas escolas e educadores defendem que o professor de música apenas dê aulas básicas de coral e transforme a aula em recreação, de toda forma mesmo que seja assim o professor deve ter um embasamento na area para não parecer um êngodo! Penso que existe muitos profissionais de música capacitados e que poderiam ter a grande chance de darem aula nas escolas e não sobrecarregar o professor de artes plásticas e teatro como estão fazendo.

Espero que a valorização da música em sala de aula seja para icentivar a juventude que cada vez mais precisa de novos parametros de vida e assim não se deixarem levar pelo perigoso caminho das drogas que cresce cada vez mais nas portas das escolas.
Imagine jovens aprendendo não só sobre Beethoven, mas também sobre as novas tecnologias que são usadas na música ( poderiam compor músicas de Hip Hop, techno, rock, samba....). Bastariam somente de ter um local ideal ( sala com proteção acustica e um pequeno estudio) e pronto teriamos muitos alunos tendo o que fazer em momentos ociosos e não se deixando levar pela criminalidade. Além de que, com a música os jovens poderiam expressar melhor as suas ideias sobre matérias escolares e diminuiria a violência entre eles.

É uma pena que o governo prefira gastar milhões com construções de presidios e manter criminosos na cadeia ( um detendo custa para o estado mais caro que um aluno do ensino regular !) do que construir escolas, bibliotecas públicas, museus ou dar suporte tecnico para os docentes.

O Ministério da Educação adora aparecer em programas de TV para dizer que quer dar ensino de qualidade para a população, porém não reve os salários dos professores ou realmente cobra investimento do governo para projetos como o de música que se saíssem do papel seriam maravilhosos e positivos.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O mito e a Verdade


Desde que o homem começou a andar pela Terra, ele procura saber a sua origem e o por quê  de sua existência. Na busca de respostas o homem criou os mitos para tentar aplacar as suas dúvidas e seus temores. A ideia de que fomos concebidos por alguem ou por um grupo de seres superiores nos conforta diante de fatos iminentes como a solidão no universo e a temivel, porém irreparável morte.
Falo sobre isto, porque sinto que na maioria das vezes a fantasia (ou mirabilia) parece nos guiar neste mundo. Estava conversando com alguns alunos da EJA há uns dias atrás- falava a eles sobre a arte e a cultura grega- e como as idealizações do mundo apolineo dos estatuários de homens e mulheres de mármore de corpos perfeitos eram como normas estéticas em nossas vidas.
Críticava as imagens dos galãs e das mocinhas de novelas e cinema como uma representação inconsciente da beleza grega que nos foi vendida como uma verdade absoluta. Uma busca que as sociedades ocidentais criaram para si e impõem para outros povos e culturas adversas.

O que mais me chamou a atenção foi falar para eles sobre os mitos gregos: os feitos de Hercules, a guerra de Tróia e histórias que para muita gente eram vista como reais e não como sempre foram metáforas ficcionais criadas pela sociedade grega para ensinar valores morais e pensamentos filosóficos.
Assim como a Caverna de Platão não é um fato real, também a guerra de Tróia tem suas fantasias. Falei que a guerra não foi motivada por uma mulher bela, e sim por fatores políticos e econômicos. Também falei que personalidades como Aquiles e Helena de Tróia eram mais personagens poeticos que seres reais e que talvez, se existiram não eram tão miticos como se via nos filmes ou no conto de Homero.
Depois me veio o remorço em ver a tristeza de muitos alunos que passaram a vida toda acreditando em mitos gregos como algo real. Aliás falar de mitologia e algo delicado, pois queiramos ou não ela esbarra em algo muito dificil de discutir : a religião.

Todo o mito acaba alicerçando uma fé e se o mito é uma invenção o que dizer então da religião? Sempre procurei falar aos meus alunos que não existe uma religião única que possa ser a verdade para tudo ( geralmente os cristão acham que somente eles sabem a verdade) e que  cada cultura e sociedade cria a fé que lhe convém melhor explicar o complicado mundo.
Aliás digo, que foi por causa da ideia de verdade absoluta que milhares de pessoas morreram em guerras religiosas durante todos estes milênios. Na ânsia de impor uma verdade que alguns 'iluminados' acreditam terem chegado, muito sangue é derramado e muito préconceito e fomentado. Não quero derrubar a fé de ninguém (quem sou eu para fazer tal coisa?!) e acredito que a verdadeira crença prega a paz e a união independente da cor, da sexualidade ou do idioma.
É comum alguem achar que só a religião do outro é que é fantasia ou loucura (mas quem pode se achar totalmente lúcido?) e que a sua é baseada em verdades irrefutáveis. Pior quando existe a demonização da cultura do outro dizendo que a crença dele é do mal e a sua é do bem. No fim o que fica é o mito!
Recentimente vi um filme bastante esclarecedor: 'As Aventuras de Pi', na qual um sobrevivente de um naufrágio conta de forma fantástica como sobreviveu no mar aberto. No fim quando termina de contar a sua versão da história o narrador pergunta se está é a verdade que a plateia que ouvir ou escutar uma outra versão. É como se mito e verdade brigassem por espaço na vida do narrador e como a sua platéia prefere o primeiro em vez do segundo. Ao final, assim como o personagem do filme, a platéia prefere o mito, pois a verdade é muito dolorosa.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Arte de Criar Adereço de Terror


As festas de Halloween só começam em outubro, e o nosso Carnaval já se foi. Contudo, sempre se pode ter tempo para criar coisas bacanas sobre estas festas. No caso quem é fã do universo dos filmes de terror (como eu, por exemplo) pode se divertir com o desenvolvimento de maquiagem de filmes e também com a criação de cenário.
Existe um programa super legal que passa na TV á cabo chamado de Face/Off. Uma especie de reality show onde concorre quem faz a maquiagem de monstro mais bacana. O programa é super instrutivo e mostra os bastidores de como são feitas as maquiagens de personagens icones como Jason ou o Freddy Kruegger.
 

No caso eu exponho aqui a minha criação :  A cabeça de um bebê todo flagelado. A obra é feita a partir de boneca de borracha e costumizada com durepox, plástico, acrílica, massa de modelar e esmalte. Para quem curte pode ser um adereço de fantásia ou enfeite para se colocar em casa (ha quem goste!).
Instruções:
- arranje uma cabeça de boneca velha ( aquelas que parecem um bebê são as mais legais para se trabalhar por tentarem passar um ar de simulacro de uma criança de verdade);
- misture o durepox e faça feridas e lacerações no rosto da boneca (uma boa dica é olhar estes livros ou imagens de internet que mostram cadaveres em estágio deplorável . Tô brincando hein!);
- depois pinte as lacerações  com esmalte e se quiser misture com tinta acrílica ( quanto mais vermelho e brilhante, melhor pois se parecerá com ferida de verdade);
-depois deixe secar e aí se alguem achar nojento ou feio quer dizer que deu certo!


sábado, 16 de março de 2013

Sessão Quadrinhos: Heróis Endemôniados

Geralmente o sinônimo de herói está conectado a luz, a bondade e a honestidade. Para muitas pessoas o herói é puro altruísmo e amor. Do Super Man até o Homem-Aranha, o herói tem que ser o cara que salva a pátria e ainda fica com a mocinha no final da história e tem a pinta de galã de novela. Claro, que nem sempre esta imagem pode ser vista como definitiva. Talvez, pela nossa herança vinda dos mitos dos semi deuses gregos, a imagem do invulnerável e do apolineo herói galã e forte ainda esteja entranhado em nosso incosciente coletivo.
É talvez, para quebrar as regras é que surgem os 'anti-heróis', ou heróis que nem de longe refletem esta imagem de bondade, ingenuidade e luz. No caso eu pesquisei e encontrei alguns personagens de quadrinhos que tem como caracteristica a feiura, e por mais polêmico que seja um pezinho no Inferno! Quem diria que um dia o mundo da fantásia produziria os chamados heróis endemôniados que fazem sucesso com as galeras:


Devilman
Este foi o primeiro personagem de quadrinhos que tem como principal caracteristicas ter poderes vindos do Inferno. Devilman surgiu da mente insana do desenhista de mangá Go Nagai e com muito sucesso virou anime em 1972. Trata-se da amizade e luta entre dois amigos (Akira e Ryo). Akira é timido e covarde, enquanto Ryo é corajoso e forte. Um dia Akira recebe poderes fornecidos pelo Inferno e se torna o temivel Devilman ( um demônio que pode destruir a Terra e que tem que matar outros demônios e monstros) para piorar as coisas Ryo é na verdade Lucifer. Segundo uma profecia os dois amigos terão que lutar para ver quem fica de posse do Inferno e poderá no futuro destruir a Terra. O personagem virou desenhos e até um filme que pode ser encontrado na internet.


Constantine
É um dos personagens mais bacanas de Hq de terror. O personagem já virou filme e é o principal representante dos quadrinhos adultos da DC Comics. Johnn Constantine é um ocultista (bruxo) que vive se metendo em confusões sobrenaturais devido um pacto que fez com o Diabo. Para não ir para o Inferno ele trava luta contra monstros e seres de outro mundo. Frio e mal carater, Constantine nem de longe sonha em ser um herói bonzinho e por isto, suas histórias são recheadas de critica ao politicamente correto e aos costumes do mundo pop.

HellBoy
 O 'garoto infernal' como diz o titulo é um outro personagem bizarro e louco dos quadrinhos atuais. Criado pelo desenhista e roteirista norte americano Mike Mignola em 1991 para a Editora Dark Horse, HellBoy tem como caracteristicas físicas o corpo de diabo com chifres cortados e uma mão direita feita de pedra. Todo vermelho e assustador, HellBoy resolve misteriosos casos que envolvem monstros e outros seres abissais. Trabalhando como um agente secreto de um grupo que procura preservar a humanidade, HellBoy tenta ser o mais humano possivel e até namora uma garota. Porém, como é muito feio as pessoas tem medo e o tratam como inimigo.

Motoqueiro Fantasma
Apesar dos filmes atuais o Motoqueiro Fantasma surgiu pela primeira vez em uma revista em 1972, pelo traço do desenhista MIke Plogg e os roteirista Roy Thomas e Gary Friedrich, para a Marvel Comics. Muitos afirmam que o personagem era uma reivenção de um antigo personagem que a Marvel tinha e não fazia sucesso na época. Na saga do Motoqueiro ele é Johnny Blaze um acrobata que faz malabarismo com motocicleta e que não se conforma com a morte de seu pai. Mefisto ( um demônio que faz desejos) promete para Blaze que seu pai não será tocado pela morte se ele fizer um pacto dando a sua alma em troca. Assim, Johnny Blaze vende sua alma ao Diabo e se torna o Motoqueiro Fantasma com sua aparência cool de caveira flamejante e jaqueta preta.


Spawn
O Spawn (cria do Inferno) surgiu em 1992 pelas mãos e roteiro do desenhista Todd Mcflane. Principal representante do que parecia ser a revolução dos quadrinhos dos anos 90 promovida pela Editora Image. A saga do personagem é uma mistura de Dívina Comédia com Devilman, conta a história do agente do governo chamado Al Simons, que passa boa parte de sua vida matando pessoas. Um dia graças a traição do governo Al Simons é morto. O pior vem depois, ele para no Inferno para pagar por todos os assassinatos que cometeu. Lá ele conhece um terrivel demônio chamado de Malebolgia, que lhe promete restaurar a sua vida desde que este comande uma horda de demônios contra a humanidade e o Céu. No fim, Al Simons vira o Spawn e na Terra ele tem super poderes e luta contra monstros e anjos.